Que burro eu sou.



- X -

que burra você é que não aprende nunca.

seu equilíbrio é um lugar que você passa e nem vê.

e mais burra ainda porque você sabe que nunca vai encontrar.

os seus medos inúteis não acabarão. mas que burra você é.

burra novamente, que fala à um espelho e nunca à pessoa certa.

e de tão burra que é você não vai fazer nada.

você é só uma no meio da gente, e a gente mente sempre.

aprender sempre,

caminhar sempre,

você nunca entenderá nada.

você erra desde sempre e é inútil agora que você fale à um espelho que não sabe quem você é.

à um espelho que não sabe quem você é.

(. . .)

- X-

Finalista de um programa italiano à la American Idol, Alessandra Amoroso.

Pisa, me joga na parede, mata.

Preciso? Deus do céu...
 

Id, Ego & Super-Ego...

Calem a boca e me deixem em Paz!


 

Rihanna, you are doing it wrong!



Rihanna,

Não é assim que se faz
uma homenagem.

Fica a dica.
 

you are doing it wrong!

Prezados,


De certo meu blog é bem conhecido por publicar posts incrédulos sobre a relevância das coisas. Sem nenhum tipo de necessidade ou aspiração eu os escrevo e publico. Logo assim, sendo bem peculiar na minha inconstância, apresento-lhes minha nova série: "you are doing it wrong!" Neste caso, sim, há a necessidade de dizer algo.

Exercito muito meu olhar sob este mundo bizarro em conversas de “abobrinhas mais do que certas” com algumas pessoas. E uma destas (Lorena, do Dia da Chica) que sempre me segue até os confins mais sórdidos e obscuros das indagações sobre o senso comum das coisas, revela a frase que me fez tomar a decisão de escrever essa tão necessária sequência de posts:

“As coisas têm que ter um critério."

A explicação:
Aceito o fato de que no mundo existem pessoas que simplesmente ignoram essa filosofia, essa máxima, ou até mesmo a desconhece. Mas eu ainda acredito que o mundo pode ser um lugar melhor se estas pudessem contar com uma mão amiga, um toque, uma sugestão sincera acerca dessas coisas. É nosso dever, nossa salvação! Assim, estudaremos juntos alguns cases onde eu darei essa dica: you are doing it wrong!

Desde já agradeço a atenção desprendida às minhas diarréias mentais apresentadas neste blog, mas só me faço valer mesmo pela espontaneidade e pelo meu amor ao próximo (risos). Desde já peço desculpas àquelas pessoas das quais virarão contribuintes cabais para realização deste “documentário”. Não que vá haver boa vontade destas, nem escolhas, mas agradeço pelas autênticas criações de peripécias que ajudarão nos estudo de casos que vou apresentar nesta série.


Vejo vocês na semana que vem!
Forte abraço.
 

tudo em minúsculo


o que eu queria ninguém pode me dar.
o tempo tira, a vida soma,
as pessoas moderam.

o que eu queria ninguém pode falar
que é algo impossível, que é algo distante
ou que é algo fácil de acertar.

o que eu queria ninguém pode tratar
como se fosse um pedaço de qualquer coisa, como se fosse uma musica tola,
como se fosse um desejo difícil de desejar.

o que eu queria ninguém pode findar
pois minha alma é única, as pessoas são plurais
e este é um mundo singular.

quando eu puder vou viajar,
quando eu puder vou te ver,
quando eu puder vou te falar o quanto eu quis fazer você entender
que não me ignorasse e que não desistisse de mim.

dizer-te que é possível encontrar nessa vida o eu quiser ter.

enquanto puder vou te ajudar a sonhar,
visto que o que eu queria ninguém pode tirar,
não há nada que nós não possamos fazer.

neste vasto mundo não há quem me possa ensinar,
não há quem possa me dizer,
quem possa traduzir-me a melhor forma de se amar alguém.
não há quem possa se não você.

diga-me, como vamos agir com relação a isso?
diga-me, como vamos lidar com esse impasse?
você desaparece e me prova que eu estava errado,
ou você se mantém e me ajuda a amanhecer?

crescido, aceito que não há cabimento no agora.
mas reluto quando me afrontas e diz que o impossível não pode acontecer.