Frase do Dia

“Se Fortaleza fosse Hogwarts,

a Music Box seria o salão comunal da Sonserina.”


(O autor é um contato do meu Twitter, mas não lembro ao certo o nome... perdão.)
 

It's Indie rock'n'roll for me…



Galerinha, hoje é o dia. Lavamos nossas almas por tantas décadas, nos inspiramos, nos entristecemos, alguns até morreram por ele... Não, não estou falando de cocaína, gente, nem nada dessas coisas ilícitas. Falo do nosso quase “setentão” Rock’N’Roll!
Estava cá, eu, trabalhando e lendo as previsões mais atualizadas sobre o ano de 2010 no segmento de comércio eletrônico... e me deparo com um bombardeio no meu twitter sobre o tal dia mundial do Rock. Li e reli muita coisa interessante e quero compartilhar com você que faz parte dessa geração “140 caracteres” e não saca nada-de-nada de rock.



Foi uma coisa meio misturada, sem muita pretensão. Algo que envolvia country, soul e música gospel lá pelas tantas dos anos 40. Desse angu surgiu um estilo que mudou para sempre a história da música. Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, os pais do rock, fizeram muito mais do que impor uma guitarra em punho e rasgar sons que iriam ecoar por décadas. Eles quebraram preconceitos e juntaram a música negra com a música branca.



No finalzinho dos anos 50, primeiro com ‘Rock Around the Clock’, do Bill Halley & His Comets, e depois com Elvis, o rock ganhou o mundo. A voz potente do cantor mexeu com os admiradores do estilo, e com muitas dodetes alucinadas. Na verdade, as admiradoras. Quando ele ia se apresentar em algum programa, seu topete impecável, olhos verdes e o rebolado esquisitão faziam o público ir ao delírio. Pode? Pode. Foi só com isso que o é o tchan fez sucesso, lembra? Isso é outra história...

Para a década seguinte, o rock já estava em uma situação confortável. O estilo não teria mais para onde crescer, certo? Errado. Nos anos 60, os Beatles apareceram e o planeta inteiro se rendeu ao ‘fab four’. Cabelo tigelinha, terninhos e músicas com alto teor pop. Uma coisa!


No fim da década, com a Guerra do Vietnã e as drogas fazendo a cabeça da galera, o rock ganhou cores, canções de protesto e deixou de ser careta. Estava começando o borogodó dos anos...

Chegando em 1970, o movimento ganhou reforços de peso. Na terra da Rainha, que de careta só tem nossa Queen, várias bandas começaram a surgir. Nessa lista, estão o Iron Maiden e o Judas Priest, que estão na atividade até hoje. Em comum, esses grupos tinham o poder da guitarra, solos rápidos, cabelos compridos e roupas monocromáticas. È... foda.A resposta ao metal veio na mesma década, com o punk. O som tinha poucos acordes, letras que falavam de anarquia e os envolvidos viviam sob o lema do DIY – (Do It Yourself – Faça Você Mesmo, em tradução livre). Aquela poesia, né? Adoro.

Já nos anos 80, época em que concedo ao mundo minha presença, o som teve um pé no freio comparado à década interior. O pós-punk era marcado pela melancolia, angústia e o visual dark. Joy Division, The Cure e Siouxsie and the Banshees serão sempre lembrados. Depois me acusam de EMO. Emo é o caralho. Foi muita vibe no sense nesse época.

No fim da década, as bandas de glam rock dominavam as paradas. Nirvana, Pearl Jam e Mudhoney foram os divisores de águas. Anham. Como você viu nos parágrafos anteriores, sempre um estilo dava uma resposta ao outro. Aqui, por exemplo, a camisa de flanela derrubou os cabelos armados com maquiagem pesada. Mais doentios. Mais legal.

Nos anos 2000, o rock bebeu de todas as fontes e, com a explosão da tecnologia, encontrou novos rumos para se renovar. O público já não compra mais discos, mas baixa. A nova banda do momento já não depende exclusivamente de um empurrão da gravadora para bombar, e quem disse que qualidade vem do conservatório? A veia que pulsa a atitude revela nestes quadros uma forma de expor idéias assim, como nós, espontâneas.O rock continua vivo. Alguém ainda duvida?
Inspirado no material de Brunno Constante.
 

Desvantagens de ser Onisciente.

 

Então tá.



Gente, o Brasil perdeu. Acabaram-se as Enquetes Infames temáticas porque não sou mais obrigado! E as vuvuzelas? Bem doido, graças a Deus sumiram. Eu estava igual ao Cole, o garotinho de "o Sexto Sentido", dizendo:


- Eu ouço vuvuzelas...
- Com que frequência?
- Todo o tempo...

Então, tá. Parou. Parou o patriotismo, parou de se combinar verde com amarelo, parou de pintar o rosto com tinta guache, e trabalhar só meio expediente para assistir o jogo? Já era. Culpa de quem? Enfim, quem mandou não escalar a minha avó para o time dos canarinhos...?

A questão é que venho com duas novidades hoje. A primeira é o resultado infame, de fato, da enquete passada. Na questão em que abordava quem foi o centroavante da Argentina estavam as opções: Batistuta, Prostituta e Filho da P*. Empate técnico entre Batistuta e Prostituta. Cá entre nós, gente, me sinto muito à vontade com a maioria dos meus visitantes! uahauhauha.... Adoro vocês. Mas a resposta certa é Batistuta, embora todas as outras alternativas estivessem certas também. Depende do ponto de vista, certo?

Bom, a segunda novidade é que vou criar um novo quadro! Hunrum!
Irei destrinchar, avaliar, criticar, refletir, filosofar e interpretar junto com vocês as ricas letras da nossa música popular brasileira, de forma a trazer mais luz para nossos dias pneumáticos. Assim pretendo desvendar o vácuo misterioso que as melodias criam e nos protege de letras tão significativas... Este quadro vai ter um dia certo, por semana, para acontecer; pretendo escrevê-lo sempre nas sextas-feiras, de modo que passemos todo o fim de semana com um olhar mais brando para os paredões de som, e ouvidos mais treinados para a complexidade que gira em torno de certas músicas que existem só pra contrariar.

Então é isso, moçada. Se vocês já quiserem sugerir músicas para o quadro, por favor, fiquem à vontade para me mandar por e-mail ou msn - adrianomariano_mkt@hotmail.com - ou até mesmo por coments, ok?

Forte abraço a todos,
#chorameliga.
 

Frase do Dia





"Eu vou, eu vou,

pra casa agora eu vou..."


(Dunga, Técnico da Seleção brasileira de Futebol
e personagem da literatura infantil.)