Quando eu soltar a minha voz...

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“É com essa boca que eu canto,
que falo ao mundo o que quero,
o que penso e o que sinto.

É expressando esse prazer
que transbordo a forma mais solene de explodir emoções;

Tocando almas com meu som,
Prendendo olhos com um sorriso de gozo,
Criando laços com quem só me viu naquele momento.

Sou mais de um, somos um só.”

Choeur de Bouche- Coro de Boca -
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Depois de seis anos em silêncio, essa galerinha voltou a se reunir em noites outrora modorrentas, transformando-as novamente em cores, notas e melodias clássicas e inspiradoras.

No dia 23 de Dezembro de 2009, convidados pela direção do Shopping Benfica de Fortaleza, aconteceu a apresentação de retorno aos palcos do grupo vocal Choeur de BoucheCoro de Boca - em nova formação. A mostra incrementada para o período natalino teve um gostinho a mais para o grupo que expôs peças clássicas como Imagine (John Lennon), Encontros e Despedidas (M. Nascimento ), A Bela e a Fera (Alan Manken), e o carro chefe da noite Canto dos Sinos de Belém, escrita em 1947 por M. R. Hohman, entre outras. Fãs de Tim Burton não dispensaram comparações nesse ultimo número, e os aplausos do público foram revigorantes. Todas as músicas do grupo vocal Choeur de Bouche são adaptadas para múltiplas vozes, e o evento de ontem abriu uma série de apresentações que haverá no ano de 2010.

Audácia, dedicação e simetria. Como componente dessa “trupe”, eu posso dizer que estes são os valores que unem as personalidades do grupo. Um panelão de gente doida que teve esse aspecto como um pré-requisito para sua formação. Brincadeiras à parte, trata-se de um projeto arrojado, uma promessa que aquece corações e espíritos, uma vontade insistente de escapar da rotina cinza da qual não mais nos engajamos desde que conhecemos Bach, Leavitt, Beethoven, Haendel, Vivaldi... Nossa, é como se algo arrebentasse nosso chão nos forçando a arriscar vôo quando esses carinhas nos dizem e nós escutamos. E nós cantamos.

Quando moleques, éramos vários.
Agora, crescidos, somos poucos e bons.

Um feliz natal a todos, e um próspero ano novo!
Que venha 2010!
 

Sushi com Cachaça



Esse é um desabafo que preciso compartilhar.

Dia 08 de Dezembro foi meu niver, mas a comemoração vai ser nesse sábado... em um show na praia do Cumbuco de uma banda qualquer. De fatão, a banda não importa. O negócio é estar com gente boa, bacana, tipo ventilador no 3, sabe?

Entretanto, conheço alguns poucos e bons amigos que não topariam essa farra. Assim, resolvi fazer um happy hour só para estes, em um restaurante que ainda não conhecia, logo alí na Santos Dumont. Bom, entre ótimos sushis, queen waiter (mega hilário), grandes amigos e mais peças de sushis, eis que me aparecem Isenha Castro e Levi's... dois componentes da minha galerinha "duMal" que chegaram no momento da torre de cerveja. Aquilo, eu já sabia, não ia terminar bem.

Em algumas horas meus ilustres convidados tiveram que ir embora, todos abarrotados de sushi e com um grande sorriso no rosto. Eu fiquei literalmente com minha galera do "resto", e discorremos sobre fortes assuntos no âmbito da filosofia, sexo, pós-vida, religiões, sexo, vida além Terra...


(Na tentativa de poupar o resto da minha boa reputação, deixei as letras abaixo em branco, obviamente, para dar mais trabalho àqueles que achavam que meus podres seriam descritos em meu blog pessoal.)


...e quando dei por mim, eu estava chegando em casa as 4hrs da manhã, morto de bêbado e dirigindo meu ogromóvel batido depois de ter passado a noite e parte da madrugada em um bar derrubado na Bezerra de Menezes, tomando cachaça com Sprite, na companhia de mais 3 elementos estranhos da sociedade cearense, socializando com moribundos e loucos de rua, equilibrando garrafas e rindo alto, falando sandices que graças aos Deuses de todas as culturas não lembro mais, tendo no dia seguinte uma reunião com my boss - ocasião na qual ainda estava bêbado, claro - e não sentindo mais nem as minhas "pálpebras" cogitei a possibilidade de que havia sido o sushi que me fez mal.


Pronto. Foi assim.
Obrigado pela atenção.
 

A little Dream

Em 1973, com pequenas alterações na carroceria, a Puma adota a denominação GTS para seu conversível, deixando o nome GTE Spyder.

Por algum tempo ainda foi chamado pelo público de GTS Spyder, para por fim, consolidar o nome GTS para o modelo conversível.

Em meados de 1976, com adoção do chassis de Brasília no GTE, a Puma muda também no GTS. Agora com novo chassis mais largo o desenho da carroceria acentua a impressão da traseira caída. Logo é apelidado de “bunda caída”. As vendas desse modelo não subiram na mesma proporção do modelo GTE recém lançado.

Em menos de 1 ano depois, em 1977, a Puma faz a correção da traseira do GTS, deixando-o com um estilo até mais bonito que o GTE. Com isso, no ano seguinte as vendas do GTS já superam as do seu irmão para nunca mais perder a liderança.

Em 1979 recebe novo painel e volante, melhorando seu acabamento.
Em 1981 é reestilizado e passa a chamar-se GTC.



Foram produzidos 7.300 veículos,
e eu quero um destes. Posso?
 

Tentativas



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Era isso, fomos tentativas.
Tive escolhas, e escolhi você.
Tivemos “percalços”, e escolhemos continuar.
Tivemos oportunidades, e resolvemos tentar.

Mas as coisas nem sempre dão certo,
E meu coração não conseguiu aguentar.

Não tínhamos uma música,
Não tínhamos um restaurante ou lanchonete,
Não tínhamos um lugar...

Pro Diabo essas peculiaridades!
Eu amei o que não quero mais tentar.

Fomos uma tentativa.
Dentro do contexto que o mundo nos colocou
Fomos sinceros.
Fomos verdadeiros.
Fomos leais.

Fomos tentativas que doeram,
Uma brincadeira que ardeu,
Um quadro sem moldura.

Mas logo vai passar.

Essa ferida que ainda dói
Como tantas outras que cicatrizaram
Vai passar.

É como uma lembrança que eu não preciso guardar,
Não quero mais guardar.
Nunca mais vou guardar.

Tentamos,
E fomos tentativas.
Não conseguimos ser mais do que isso.

Pelo máximo que fomos,
Digo que te amo.

Obrigado por tentar.

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Nota do Autor: O clipe inserido naõ tem nada a ver com o texto postado. Apesar disso, Advertising Space do Robbie Williams é uma música que reflete aos dias em que me inspirei para escrever este material.

Ah, respondendo a alguns emails que recebendo, (1) todos os artigos/textos desse blog é de única e exclusiva criação minha. (2) Exeções são devidamente creditados os nomes do autores. E, sim, (3) posso até tentar escrever sobre algum tema solicitado pelos meus amigos "leitores", mas não dá pra fazer sobre algo que eu ainda não tenha passado, sentido. Me reservo do direito de não fazê-lo quando isso ocorrer.

 

Stefhany, you are doing it wrong!




For the love of God... definitivamente não é assim, gata!
 

Que burro eu sou.



- X -

que burra você é que não aprende nunca.

seu equilíbrio é um lugar que você passa e nem vê.

e mais burra ainda porque você sabe que nunca vai encontrar.

os seus medos inúteis não acabarão. mas que burra você é.

burra novamente, que fala à um espelho e nunca à pessoa certa.

e de tão burra que é você não vai fazer nada.

você é só uma no meio da gente, e a gente mente sempre.

aprender sempre,

caminhar sempre,

você nunca entenderá nada.

você erra desde sempre e é inútil agora que você fale à um espelho que não sabe quem você é.

à um espelho que não sabe quem você é.

(. . .)

- X-

Finalista de um programa italiano à la American Idol, Alessandra Amoroso.

Pisa, me joga na parede, mata.

Preciso? Deus do céu...
 

Id, Ego & Super-Ego...

Calem a boca e me deixem em Paz!


 

Rihanna, you are doing it wrong!



Rihanna,

Não é assim que se faz
uma homenagem.

Fica a dica.
 

you are doing it wrong!

Prezados,


De certo meu blog é bem conhecido por publicar posts incrédulos sobre a relevância das coisas. Sem nenhum tipo de necessidade ou aspiração eu os escrevo e publico. Logo assim, sendo bem peculiar na minha inconstância, apresento-lhes minha nova série: "you are doing it wrong!" Neste caso, sim, há a necessidade de dizer algo.

Exercito muito meu olhar sob este mundo bizarro em conversas de “abobrinhas mais do que certas” com algumas pessoas. E uma destas (Lorena, do Dia da Chica) que sempre me segue até os confins mais sórdidos e obscuros das indagações sobre o senso comum das coisas, revela a frase que me fez tomar a decisão de escrever essa tão necessária sequência de posts:

“As coisas têm que ter um critério."

A explicação:
Aceito o fato de que no mundo existem pessoas que simplesmente ignoram essa filosofia, essa máxima, ou até mesmo a desconhece. Mas eu ainda acredito que o mundo pode ser um lugar melhor se estas pudessem contar com uma mão amiga, um toque, uma sugestão sincera acerca dessas coisas. É nosso dever, nossa salvação! Assim, estudaremos juntos alguns cases onde eu darei essa dica: you are doing it wrong!

Desde já agradeço a atenção desprendida às minhas diarréias mentais apresentadas neste blog, mas só me faço valer mesmo pela espontaneidade e pelo meu amor ao próximo (risos). Desde já peço desculpas àquelas pessoas das quais virarão contribuintes cabais para realização deste “documentário”. Não que vá haver boa vontade destas, nem escolhas, mas agradeço pelas autênticas criações de peripécias que ajudarão nos estudo de casos que vou apresentar nesta série.


Vejo vocês na semana que vem!
Forte abraço.
 

tudo em minúsculo


o que eu queria ninguém pode me dar.
o tempo tira, a vida soma,
as pessoas moderam.

o que eu queria ninguém pode falar
que é algo impossível, que é algo distante
ou que é algo fácil de acertar.

o que eu queria ninguém pode tratar
como se fosse um pedaço de qualquer coisa, como se fosse uma musica tola,
como se fosse um desejo difícil de desejar.

o que eu queria ninguém pode findar
pois minha alma é única, as pessoas são plurais
e este é um mundo singular.

quando eu puder vou viajar,
quando eu puder vou te ver,
quando eu puder vou te falar o quanto eu quis fazer você entender
que não me ignorasse e que não desistisse de mim.

dizer-te que é possível encontrar nessa vida o eu quiser ter.

enquanto puder vou te ajudar a sonhar,
visto que o que eu queria ninguém pode tirar,
não há nada que nós não possamos fazer.

neste vasto mundo não há quem me possa ensinar,
não há quem possa me dizer,
quem possa traduzir-me a melhor forma de se amar alguém.
não há quem possa se não você.

diga-me, como vamos agir com relação a isso?
diga-me, como vamos lidar com esse impasse?
você desaparece e me prova que eu estava errado,
ou você se mantém e me ajuda a amanhecer?

crescido, aceito que não há cabimento no agora.
mas reluto quando me afrontas e diz que o impossível não pode acontecer.
 

Imagemedo

Por vezes escuto de pessoas
Como se avaliassem o certo e o errado da vida:
“O que nos diferencia dos animais são nossas escolhas”.
O que nos diferencia dos animais, na verdade, são nossas sinas.

Os animais escolhem seus pares pelo feromônio,
Os homens pela carnificina.



Pode haver óleo de rosas dentro de um frasco velho e opaco,
Como pode haver um cadáver putrefato dentro daquela menina.

O que me faz pensar sobre como as coisas funcionam
É o mesmo que, de repente, me deixa estagnado ao comparar-me com aquela garotinha.




Dentro de cada homem há um medo feroz de não ser o ideal, o escolhido.
Dentro de todos nós há a máscara que nos contagia.

Ela se mostra firme, forte, brilha como uma armadura.
É feito um veneno, conveniente como uma vadia.


O medo que dá é de sucumbir a isso.
Dá medo de virar a cabeça, tropeçar.

Porque o que interessa não é a essência,
O que interessa é e sempre foi o que nos diferencia.

Por vezes escuto de pessoas
“O que nos diferencia dos animais são nossas escolhas”.
O que nos diferencia dos animais, na verdade, são nossas sinas.



Nota do Autor: A ilustração inserida neste post foi feita pelo meu amigo Dex. Cique AQUI para ver maiores informações sobre esse cara que tem o dom de dar formas às almas das coisas.
 

Sem mais Nada

ontem eu te vi.
nenhuma força ou encanto me fez ter medo.
nenhuma forca ou lembrança me fez receio.
você é mortal. foi desejo?

como velhos desconhecidos,
você me viu, mas não me olhou.
quando eu te olhei não te vi mais.
as algemas já não existem,
e nós já não parecemos imortais.

sensação de liberdade sem amor.
sensação de saudade sem ardor.
falta do que eu não sei,
mas não é de você.

talvez seja de mim,
talvez seja de nós.
mas não é de você.
não é mais de você.

é uma indiferença sem maldade,
sem tristeza,
sem rancor.
 

Noite de Rímas

Quem diria.
Ontem era eu quem chorava,
Hoje sou eu quem riria.

Minhas farras acabavam de manhã.
Minha sorte ao meio dia.


De fato, tudo parece ter mudado.
Meu destino é sempre quem me guia.

Ainda lembro de coisas.
Coisas passando por debaixo do pneu do carro,
Coisas passando por uma cabeça que gira.


Hoje me contento quando acaba o expediente,
Hoje me contento com o fim do dia.

De repente era eu quem sonhava,
De repente era eu quem mentia.

A vida se tornou mais fácil.
À noite deito com meu notebook
Longe das linhas que tremiam.

Antes era eu quem dançava,
Hoje sou eu quem nessa noite dormia.

Até quando esse doce sonho me levará?
Ate o fim de sexta-feira, de tardizinha?

Aí vou poder me contentar
Com mais uma noite que se inicia.
 

Que mundão Oco!


Olho para todos os lados, 360°,
vastidão.
Em pensar que tudo isso é oco...

Vejo as pessoas, passos apressados,
sorrisos convenientes, bom dias ensaiados.
Automático.
Em pensar que tudo isso é oco...

Chego ao trabalho,
falo com pessoas impessoais.
Trato de assuntos profissionais.
Nada de gestos significativos.
Nada de gestos individuais.

Aprendemos em curso como pegar xícaras de formas padronizadas.
Vestimo-nos de formas consensuais.
Em pensar que tudo isso é oco...

Olhos distantes,
cada um procurando um ponto fixo que muda de lugar.
Ser diferente diz uma coisa.
Mas se sou igual, eu não digo nada.

Silêncio.
Eu não digo mais nada.
Em pensar que tudo isso...
É oco.

 

Momento de Aceitação


Meu nome é Márisson, mas quase todo mundo me chama de Adriano.
Meu primeiro nome é muito complicado e de difícil lembrança.

Tenho 22 anos, mas tenho cara de 25. Tem gente que me dá 26.
Às vezes tenho papo de 12, às vezes papo de 50. Meio termo; pareço ter 25 mesmo.

Gosto de comer besteira. Adoro chocolate, biscoitos e café.
Não gosto muito de refrigerante, detesto chá. Prefiro iogurte.
Bebo. Às vezes fico bêbado. Parei mais com isso.

Conheço alguns restaurantes caros,

mas se eu tiver entrado e consumido em mais de dois isso foge à minha lembrança.

Acho que não saberia comer uma lagosta se eu me propusesse a isso.

Eu não comeria Caviar. É feio.
Gosto de talheres, mas me limito a dois. Pra mim é o suficiente.

Sempre estou de meias quando uso sapatos ou tênis.
Odeio aquelas soquetes. Acho ridículo.
Tenho dois pares, nunca uso.

Tenho uma boa eloqüência com as palavras, mas às vezes me confundo quanto à crase.
É... Nesse caso é com crase mesmo.
Eu poderia me propor reler uma gramática, mas tenho preguiça.

Ah! Tenho preguiça!
Às vezes dói. Às vezes morro.
Às vezes finjo que não estou com preguiça, que é só meio jeito descolado de ser alternativo.

Cara, eu não sou alternativo.
Acho massa quem é.

Esqueço de tudo!
Uma vez morri de procurar uma borracha que estava na minha mão.
Mas... isso não é só esquecimento. Ou é?
Não sei. Prefiro não saber das coisas quando isso me convém.

Nunca minto.
Às vezes escondo. Às vezes não conto. Às vezes não sou.
Mas não é mentira. Detesto mentira.

Sou destro. Queria escrever com as duas.
Tem gente que se achava o máximo porque escrevia com as duas... na 4ª série.
Hoje não serve pra porra nenhuma. Mas eu queria.

Eu queria ser mais rico, mas fico pedindo o Uno Mile do meu pai emprestado.
Tenho roupa que é mais cara do que eu poderia comprar. Mas são poucas peças.
Controlo o meu dinheiro, mas sempre fico muito liso quando é fim do mês.
Acho que o problema é que tem muitos dias num mês.

Mas eu queria ser mais rico.

Eu queria ser mais simples, mas sou gente.
E você, quem é?
 

Fantasia Dinâmica


“O principio dinâmico da

fantasia é brincar.”


A brincadeira às vezes acaba por desencadear sentimentos e ações provocadas quase sem querer. Abstendo-me do lado saudável da coisa, como um golpe do destino “o feitiço pode virar contra o feiticeiro”, “a bala pode sair pela culatra” ou, como também posso dizer, “provaria do meu próprio veneno” – Nossa, eu detesto frases feitas!

A questão é que sempre que criamos uma situação lúdica, criamo-nas. Tornamo-as aspectos consideráveis – mesmo que considerados indignos de apreço – viventes em nossa realidade, fazendo parte dos nossos planos, pensamentos. Basta pensar, logo existe.
Então fantasiar nada mais é do que brincar, criando fatos, construindo fundamentos, justificando o que provavelmente não possui bases.

Que poder, não?

Mas tem muita gente presa em fantasias... Presas por que foram enclausuradas num mundo fictício criado por outras pessoas, ou presas por livre e espontânea vontade - ou idiotice - na tentativa de “viver” num mundo diferente. Essas últimas são os piores tipos de CEGOS ou ILUDIDOS; aqueles que não querem ver que enganam a si mesmos.

Entretanto, não pare pra pensar muito nisso, afinal...
Isso é só uma brincadeira.

 

Tudo novo, exceto meu Salário.



Template bonitinho...


Hoje é uma quinta, saio mais cedo...


Amanhã, sexta, terei que me ausentar do trampo...
(Tsc.. pena!)


No MSN... hum... prospects....


Tô de carro...


... Jesus, me dá um Coração como o Teu!
I'm back!