GLOSSário


Olá, personas!
Acquenda que eu trouxe um material novo pro blog! Estou bem presente esta semana, né minha gente? Mas é que estou super sem tem o que fazer... acontece. Com relação ao material novo, eu trouxe hoje algo que aborda mais comicamente o segmento em que atuo; o mercado de Comunicação. Olha o truque: o vídeo abaixo foi uma produção de Fabinho Vieira, aluno da Faculdade Católica do Ceará - Marista - para a cadeira de Linguagem Audiovisual.
O babado aborda a linguagem vulgar, mas rica, da cultura mais profunda da cena "GLSBT" que pode se conhecer. Pense num fuá, ficou baphão!





O princípio da Linguagem Audiovisual - Verbal, Sonora e Visual - é que, em conjunto, transmitam uma mensagem específica. Para se entender tal mensagem pressupõe-se que se conheça seus códigos e elementos, assim como seu processo de construção.
A idéia para fazer o trabalho foi MUITO BOA, posto que a cena LGBTTT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Esta sigla substitui a antiga "GLS") possui uma vasta gama de expressões, costumes e carões figurativos, alegóricos... O Resultado ficou excelente, digno do núcleo NUPA de produções.
E vocês? Quais as expressões vocês conhecem que faltaram nesse vídeo?
Espero que tenham se divertido, porque eu ri horrooooooresssssss...

 

Intolerância Relevante




Cara, sou muito em prol da praticidade, mas nem sempre isso me faz uma pessoa prática. Meu temperamento é estável quase sempre, mas o que me tira dos eixos não é nada obviamente catalogável. Muito pelo contrário. Pode ser qualquer coisa, desde um “ai” dito de uma forma estranha, em um dia normal, em uma conversa casual, até as mais nítidas indiretas:


- Tivemos muito trabalho pra terminar esse projeto.

- Eu tive... quer diser.

- Não, nós tivemos.

- Ai, Adriano...

- Rapaz, eu não vi você escrevendo nada que prestasse para esse projeto. Afinal, você não escreve muito bem, né? “Dizer” é com “z”...

(E a outra pessoa fica off line do MSN)


Pra início de post, esse é um diálogo fictício. Mas acontece mais ou menos desse jeitinho mesmo. E daí? Quer dizer, quem pode me exigir uma conduta simpática e perfeita sempre? E quem disse que isso é defeito? Tenho personalidade forte e paciência curta mesmo.

Primeiro de tudo: eu detesto pessoas que vivem se lamentando da vida, assim como odeio pessoas “superfelizes”. Para mim, estão todos se sobrecarregando de projeções. Isso, projeções. Segundo: Pessoas que se auto-afirmam... nossa... tenho sérios problemas com pessoas espaçosas assim. Um diálogo com estas é sempre um monólogo. Vocês já conheceram pessoas que sempre discursam sobre suas dificuldades sobre-humanas para justificar algo mal feito? Putamerda...

Tem hora que não dá. Não dá tempo filtrar a tolerância.

O problema é que cada vez mais pessoas parecem se programar a/e se prestar a conviver em situações extremas de cinismo. Não tenho culpa se não me encaixo em suas projeções, desculpe-me. Acho que ouvi isso em uma musica da Pitty, né, mas é o caso. Eu já sou complicado demais para interagir com uma pessoa #fail.

Por favor, Brasil. Vamos facilitar os processos. Se eu não gosto de você, e você não me suporta, porque temos que fingir uma amizade?

Diplomacia não é falsidade, fato. Mas meus ouvidos não são penicos, e minha paciência não é de Jó. #falomesmo.

 

Sem Saco


Olá, personas.



  • Sim, estou vivo.
  • Sim, estou bem.
  • Sim, estou trabalhando muito.
  • Não, não estou namorando (não que eu saiba ainda).
  • Sim, estou feliz.
  • Sim, vou voltar a escrever em breve.
  • Não, ainda não fui à faculdade desde o início desse semestre.
  • Não, faz tempo que não saio.
  • Não, faz tempo que não bebo.


Sem mais delongas, obrigado pela visitinha.
Me conta as novidades você. Como vai? rs.
#chorameliga